Na busca de me conhecer, descubro o meu lugar. É o silêncio da alma, o reencontro da essência, o fechar dos olhos e o mergulho para dentro: esta é minha casa. Minha casa sou eu. Meu corpo, que carrega as memórias do primeiro palrar, do primeiro gatinhar, das primeiras palavras... os aromas dos cozinhados da minha avó (até o xorape de cebola para a tosse que me fazia quando estava constipada), os sons dos meus avós a chamarem por mim, os sentidos de todos os lares de quem este lar já foi.
E se um dia não houver lar, haverá sempre a página em branco à espera da letra, da história que não foi contada. É aqui, no acto sagrado de dar à luz palavras, onde me sinto em casa.
E se um dia não houver lar, haverá sempre a página em branco à espera da letra, da história que não foi contada. É aqui, no acto sagrado de dar à luz palavras, onde me sinto em casa.
P.S.: Darei continuidade a todos vocês, imortalizando-vos da melhor forma que puder e souber.
Vossa neta,
Ana

Nesta casa so vais poder ser feliz...
ResponderEliminarUm xi coracao forte.