segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Estou faminta de... AMOR!

Como um bando de gaivotas que golpeia o céu escuro de inverno, estou eu sem ti ...
eis o destino,
sinto-me amordaçada.
Quero viver uma história de amor,
onde tu e eu rompemos a noite e viajamos pelo dia fora.
Ao entardecer acariciamo-nos delicadamente e as nossas mãos se tocam
e abres minhas asas de borboleta uma a uma.
Subtilmente possuis-me e misteriosamente fecho-te em minha alma.
Nossos corpos tornam-se inúteis e fundem-se.
Surge um céu azul de um amor puro.
Partimos ao amanhecer para o sono que nos espera faminto e nos leva o sonho.
Teimosos, reencontramo -nos no limbo da realidade.
Guardo as gotas doces que nossos olhos deixam rolar na hora da despedida....

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